Pais do garoto Gabryel relatam evolução após atendimento no Centro de Autismo

Qual pai não gosta de uma demonstração de carinho? Que mãe não se derrete ao ouvir um “eu te amo” do filho? Se para quase toda família esses gestos de afeto são motivo de felicidade, para pais de uma criança com autismo a emoção é ainda maior. Afinal, um longo e árduo caminho teve de ser trilhado até que tal feito fosse alcançado.

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 Assim como as centenas de crianças atendidas pela associação, a história do menino Gabryel, de 7 anos, não teve um começo fácil. Diagnosticado com autismo, o garoto sofria crises e apresentava dificuldade de comunicação e socialização. Rebeca Becker, mãe de Gabryel, conta que o preconceito era um fator que piorava ainda mais a situação: “a falta de conscientização das pessoas em relação ao autismo ainda é muito grande. Cheguei a levar meu filho em pediatras e eles simplesmente disseram que não conseguiam examiná-lo pelo fato de ser autista”, relembra.

Os 4 meses em que o menino passou por uma escola pública também foram complicados. A estrutura física inadequada e o pouco conhecimento dos educadores em relação ao autismo brecavam o desenvolvimento da criança. “Ficava com o Gabryel em sala durante 3 horas. Ele não fazia atividade nenhuma, não conseguia se socializar com outras crianças e não havia auxiliar de classe, nem nada”, conta a mãe. 

Reflexo da falta de atendimento especializado, as crises do garoto ocorriam com frequência e seu cotidiano era estressante. Os pais contam que sair de casa com o filho era uma tarefa muito difícil.

A história da família só tomou um novo rumo quando, há três anos, Gabryel teve sua vaga garantida na Apraespi. No Centro de Autismo, o garoto estuda em sala de aula adaptada e tem acesso ao atendimento de uma equipe multidisciplinar especializada. Os pais são orientados sobre como lidar com o filho. A excelência desse trabalho não demorou a gerar frutos.

“O Gabryel melhorou muito na parte comportamental, de comunicação e socialização. Também se adapta melhor a mudanças na rotina e já não tem mais crises por esse motivo”, diz Rebeca. “Hoje ele já consegue demonstrar afeto por nós e pelo irmão menor. Quer abraçar, beijar, estar junto. Ele é muito carinhoso”, destaca o pai Julio Becker.

Por trás de casos de recuperação como o de Gabryel, a atuação da Apraespi se mostra imprescindível. “A Apraespi tem um nível de especialização que as escolas públicas não possuem e isso é essencial para o desenvolvimento de autistas. Seguiremos trabalhando para garantir mais vagas e atender a demanda de autismo do Grande ABC”, ressalta a superintendente da associação, Lair Moura, idealizadora do Centro de Autismo.

Sobre o futuro de Gabryel, a mãe Rebeca projeta: “há três anos eu não imaginava que meu filho seria o que é hoje. O Gabryel pra mim é uma criança como qualquer outra. A minha expectativa é muita pelo que ele é e pelo que a Apraespi proporciona. Acho que ele pode ir muito além do que imaginamos”.

Uma vídeo-matéria sobre a história do garoto foi postada em página da Apraespi no Facebook.


 

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