Com apoio da APRAESPI, jovens vencem preconceito e chegam ao mercado de trabalho

Há menos de três décadas, transpor o muro que separava os jovens com deficiência do mercado de trabalho era uma tarefa praticamente impossível. O enorme preconceito por parte das empresas era reforçado pela ausência de centros de capacitação especializados para esse público. No entanto, no trigésimo dia de abril de 1983, em Ribeirão Pires, foi dado um dos primeiros passos para mudar essa realidade na região.

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Assim, foi fundado o COPAR (Centro Ocupacional Profissionalizante Adélia Redivo). O nome da escola é uma homenagem a esposa do fundador da Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), Valentino Redivo.

O COPAR atende atualmente 250 aprendizes em período integral. Destes, 93 são moradores de Mauá. Desde sua fundação, há 30 anos, mais de 1000 jovens com deficiências físicas e intelectuais chegaram ao mercado de trabalho.

No centro profissionalizante os jovens dispõe de um amplo leque de opções de curso: marcenaria, informática, horticultura, jardinagem, reflorestamento. Existem também programas de estágio em parceria com empresas da região feitos dentro da própria unidade.

Superação - Os gêmeos Marcelo e Maurício dos Santos são mais um exemplo de superação. Habilitados na Apraespi, os irmãos - com síndrome de Down - trabalham há 10 anos em uma indústria alimentícia da região. São o orgulho da mãe Rosa: “eu sou muito feliz e realizada pelos meus filhos. Hoje eles trabalham, têm seu próprio dinheirinho, são independentes”. “Graças à Apraespi, posso ficar tranquila e saber que meus dois filhos podem viver bem sem mim”, desabafa.

Um dos segredos para o sucesso de Marcelo e Maurício é a linha de atuação multidisciplinar da Apraespi. “Acreditamos que só é possível habilitar pessoas com deficiência aliando educação de qualidade com um atendimento humanizado em saúde e assistência”, explica Lair Moura, responsável pela implantação do COPAR.

Assim, além de moldar os jovens com deficiência para enfrentar o cada vez mais competitivo mercado de trabalho, o centro também auxilia na formação cultural e educacional. Lair finaliza: “Apraespi se tornou não só um formador de profissionais qualificados e independentes, mas um Centro que forma verdadeiros cidadãos”.

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